Resoluções de “Ano Novo” – 6 Maneiras de Construir uma Resolução Saudável

Ainda nas Resoluções de “Ano Novo” – 6 Maneiras de Construir uma Resolução Saudável
 Postado: 2/1/12 15:03 GMT por Tony Lobl sob o título original: “Keeping on Track With Those “New Year” Resolutions – 6 Ways to Build a Healthy Resolve”

 Lêmingues – pequenos roedores peludos que se arriscam e pulam no oceano tempestuoso convencidos de que vão chegar ao outro lado.

Muitos de nós já fizeram um bom trabalho imitando-os no ritual de Resolução de Ano Novo.

Temos (nas devidas proporções) um desejo de nos jogarmos no abismo do comprometimento, convencidos de que será realmente outro dia com um componente mágico que milagrosamente permitirá que nademos contra a maré da nossa natureza humana.

Diferente de muitos dos lêmingues, obviamente, vivemos para contar a história do debate contra as ondas da inércia da reforma do caráter. Vivemos para sentir os hematomas causados pela ressaca trazendo de volta os destroços dos hábitos e características que resolvemos jogar no lixo de nossa história pessoal.

E é apenas 1º de janeiro. Em 2 de janeiro, bem, você faz uma ideia.

Contudo, a resolução é uma coisa boa. A resolução é uma qualidade chave na reforma do caráter.

Porém, tirá-la do armário apenas uma vez ao ano não é necessariamente uma receita para o sucesso. Para mudar um traço característico, pode ser útil desenvolvermos nossa resolução através de uma prática espiritual mais consistente.

Aqui estão seis coisas que podem ajudar nessa mudança.

1. Atentar para a força de vontade. Ou seja, cuidar com ela. Por quê? Bem, pense nos lêmingues! A força de vontade diz “Se eu quiser, eu consigo”. A espiritualidade dá um passo para trás para examinar se a meta desejada é saudável para ser nutrida, em primeiro lugar. É apenas para o benefício próprio ou terá valor para os outros também? Manter uma resolução é muito mais fácil quando é aplicada a algo que sentimos intuitivamente que vá também servir para o bem maior.

2. Ouvir “o cicio suave”É como a Bíblia articula de forma tão bela a ideia de perceber e abraçar uma perspectiva maior e mais sábia que está sempre sussurrando de dentro. Ouvimos-la quando desejamos deixar de lados nossos próprios planos e inclinamo-nos ao divino para que nos aponte uma melhor direção. Isso constrói uma fundação sólida para a resolução, porque, quando funciona desde o princípio dá-nos uma base para a confiança que queremos manter no curso, sabendo que a cada passo do caminho teremos acesso ao mesmo recurso intuitivo.

3. Abrace a mudança. E se a mudança for como um visitante paciente que repetidamente bate à porta de nosso pensamento esperando ser recebido? Michelangelo teve um vislumbre disso quando ele falou da pedra que esculpiu: “Vi um anjo no mármore e esculpi-o até libertá-lo”? Não poderia o forte desejo de mudar sugerir que cada um de nós tenha uma “escultura” interna esperando para ser vista – uma individualidade incluindo todas as melhores qualidades da vida, como amor, alegria, inteligência, criatividade, liberdade e gentileza? Com isso em mente, como um modelo pedindo para tomar forma, reforçamos a convicção de que temos a capacidade de atingir nossa meta – que não seja tanto a resolução de Ano Novo, mas uma resolução de “novo você” em qualquer época do ano.

4. Vá com calma. Descobri que o auto-perdão é um poderoso aliado da resolução e geralmente abre o caminho para alcançarmos nossas metas. Certa vez dormi demais para um importante compromisso e fiquei condenando-me mentalmente até que vislumbrei uma necessidade de ser menos autocrítico. Senti-me inspirado para dar uma caminhada pelos Kew Gardens, que eu não visitava há anos, e prontamente deparei-me com a pessoa com que eu deveria encontrar-me naquela manhã. Conduzimos e concluímos nosso negócio bem ali. E se fôssemos tentados a sentirmo-nos como que “dormimos demais” em incontáveis oportunidades de melhorarmos?  Ao invés de pensar que somos prisioneiros do passado, podemos reconhecer nossa liberdade de ver as possibilidades inabaláveis do presente.

5. Paciência é mais que apenas uma virtude. É, na verdade, uma força para o bem quando o andar fica difícil, como provavelmente ficará. Nosso traço característico não desejado às vezes parece ter voz própria, persistentemente argumentando seu ângulo. Precisamos ser pacientes conosco mesmos como um pai seria ao encorajar um filho a alcançar o potencial total. É o amor que guia a paciência nos dois casos. Valorizamos a nós mesmos para continuarmos no processo até que nos libertemos.

6. Um “novo você” é um você mais saudável. A reforma do caráter e da saúde andam de mãos dadas. De muitas maneiras isso é natural.  Por exemplo, é aceitável que moderar um hábito de bebida melhorará a saúde. Porém, as conexões entre o caráter e o bem-estar vão muito mais além do que apenas efetuar uma mudança em nossas ações. Mudar o pensamento pode ser essencial. Os pesquisadores descobriram que os traços como amargura, mau-humor e ressentimento podem minar a saúde, enquanto que os opostos a promovem. Então, tornar-se mais complacente, paciente e persistente para realizar a mudança não apenas remove uma única característica não desejada no final de um processo de transformação. Isso também exercita uma riqueza de qualidades sem prescrições e cheias de saúde por todo o processo. E, evidenciando uma conexão entre nossos pensamentos e nosso bem-estar, devemos simplesmente investigar se “saudável e livre” é o que somos divinamente “esculpidos” para ser. A mudança pela mudança não é desejável. Mas a mudança que é desejável para nossa felicidade e dos outros é conquistável.

Independente de ser algo em nossas características ou algo a respeito de nossa saúde que precisa melhorar, não precisamos fazer deferência ao status quo. Somos equipados com as resoluções que precisamos para alertar as mudanças.

Tony é praticista da Ciência Cristã e blogueiro. Siga Tony Lobl no Twitter: http://www.twitter.com/@tonylobl  | Tradução Profissional: Leila Kommers – Porto Alegre-RS

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Sobre cienciacristabrasil

A Ciência Cristã ou Christian Science foi descoberta por Mary Baker Eddy em 1866, nas proximidades de Boston, MA, EUA. Baseia-se na vida, palavras e obras de Jesus Cristo. Ela é um movimento religioso global. Está aberta a todos no livro: CIÊNCIA E SAÚDE COM A CHAVE DAS ESCRITURAS, de autoria de Eddy.
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