“A aventura divina do Amor.”

The Christian Science Monitor – CSMonitor.comUma perspectiva da Ciência Cristã.
 Original em inglês de autoria de , Editor Nacional Substituto   ‘Love’s divine adventure’  | Tradução livre: Leila Kommers

Jesus tinha noção da aventura? Essa não é uma pergunta presunçosa ou tola. Todos queremos nos divertir – seja em um rafting, em um trekking no Himalaia ou atualizando nosso status no Facebook. Mas é certo esse impulso? O que deveríamos fazer com ele?

Lembro-me de dar uma olhada rápida na resposta. Estava sentado em uma sala com um notável Cientista Cristão e não conseguia me recuperar da sensação de que ele havia transformado repentinamente a conversa em uma “conversa brincalhona”. Ele estava tão bem-humorado, tão convencido de que Deus estava remodelando-o em Sua semelhança – segundo a segundo – que parecia quase que uma atuação. Pode alguém realmente divertir-se dessa maneira simplesmente pensando em Deus?

Mudei, então, a pergunta: O que não estou vendo que meu amigo está? A resposta veio imediatamente. Eu não estava acordando todas as manhãs exultante para aprender as lições que Deus tinha reservado para mim. Meu amigo acordava desta forma e estava completamente absorto pela aventura desse aprendizado.

Sentado naquela cadeira, meu amigo estava mais para um explorador estilo Livingstone, na África, ou Kipling, na Índia – de certa maneira ainda mais aventureiro do que eles, porque as aventuras dele não eram cercadas por um local físico, porém pela obediência à procura perpétua de entregar-se de boa vontade à Mente divina. A cada momento, ele estava a caminho de praias espirituais vagamente traçadas – El Dorados cheios de tesouros que iam além do imaginário humano. Isso parecia muito divertido.

Acho que perdemos algo se não conseguimos ver o contentamento profundo que animou Jesus e que deu a ele uma alegria que os discípulos sentiram como os corações ardentes deles (ver Lucas 24:32) e que motivou Pedro a saltar do barco e nadar 100 metros até a praia para ficar perto de Jesus (ver João 21:7,8).

Cristo Jesus mostrou-nos que é tolice buscar alegria na matéria. Da mesma forma que não é sábio ficar bêbado, não deveríamos nos permitir ficar intoxicados por qualquer aspecto dos sentidos físicos. A alegria de Jesus estava em Deus, apesar dos esforços do mundo material de levá-la embora. O mesmo acontece conosco. Afinal, como nossas alegrias poderão ser duradouras e verdadeiras se não vemos o mundo a partir da perspectiva espiritual e eterna? Do contrário, são construídas sobre a mentira que Jesus quis expor: de que há qualquer poder que não de Deus, a quem ele definiu como Espírito.

Quando penso no contentamento profundo de Jesus, geralmente penso na história dos pães e dos peixes. O Evangelho de João diz que quando Jesus viu a multidão vindo, ele perguntou a Felipe: “Onde compraremos pão, para estes comerem?” Em seguida, lemos: “Mas dizia isto para o experimentar; porque ele bem sabia o que havia de fazer” (João 6:5, 6).

Jesus devia estar testando Felipe, motivando-o a elevar-se – a ver a visão que não estava aparente aos sentidos físicos, mas que era inegável à Verdade espiritual. Quando Jesus mostrou a seus discípulos momentos depois o que queria dizer, pense em como eles devem ter se sentido! Jesus mostrara vividamente a abundância ilimitada da provisão de Deus. Todos os presentes tiveram uma visão do Cristo em ação.

Às vezes, com meus próprios filhos, eu capto a menor noção de como acho que Jesus sentira-se naquele momento – um afloramento de orgulho quando eles lutam, lutam, e no final, são bem sucedidos. Eles aprendem, ganham, e a intuição espiritual neles se torna mais acessível instantaneamente. Que alegria Jesus deve ter sentido nessas provas do cuidado de Deus, muito mais do que ensinar uma criança a andar de bicicleta ou a subir na escada horizontal!

Mary Baker Eddy escreveu: “Vivemos em uma época em que a aventura divina do Amor é ser Tudo-em-tudo” | “We live in an age of Love’s divine adventure to be All-in-all”  (”The First Church of Christ, Scientist, and Miscellany”, p. 158).

Na aventura de procurar o que o Amor tem guardado para nós, podemos aprender muito com as provações e tribulações (e mesmo naufrágios) de pessoas como o apóstolo Paulo na Bíblia, cujos triunfos confirmaram a presença salvadora desse Amor. Não há nada na terra que possa nos encher com a alegria que até mesmo um vislumbre desse Amor nos dá. E, nessa busca, nunca haverá um momento triste sequer.

Crédito imagem: Newsletter Igreja Viva.

Anúncios

Sobre cienciacristabrasil

A Ciência Cristã ou Christian Science foi descoberta por Mary Baker Eddy em 1866, nas proximidades de Boston, MA, EUA. Baseia-se na vida, palavras e obras de Jesus Cristo. Ela é um movimento religioso global. Está aberta a todos no livro: CIÊNCIA E SAÚDE COM A CHAVE DAS ESCRITURAS, de autoria de Eddy.
Esse post foi publicado em CSMONITOR.COM, Perspectiva da Ciência Cristã e marcado , , , , , . Guardar link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s